Bem, Dani continua dizendo que está sem criatividade. Mas adorou mexer nos templetes do blog.
Estamos animadas, ela vai viajar... Ah!!! Viajar... Sair dessa loucura de nossos dias por pelo menos uns cinco dias. Não me lembro pra onde ela vai, mas ficou de tirar umas fotos que desse pra gente sentir o vento no rosto e a liberdade. É um congresso...
Eu, vou ficar por aqui, louca pra acabar o ano, pois, a única coisa que me resta é estudar... Monografia... a cidade em que moro é muito parada para algo mais... Mas escrever faz bem, botar as idéias no papel. Tentem... se não tentaram...
Mas escrever sobre o quê? Foi isso que eu disse a Dani, ontem. Pegue a folha em branco e comece até dizendo eu não sei o que dizer e vá dando vida aos seus sentimentos, as suas idéias, pensamentos... É quase um divã...
Falando em terapia, levei maior sarrafo na minha essa semana... Cascudos bem dados... Acho que pela primeira vez, não estou preocupada no que pensar ou em não pensar, ou em "EU TENHO QUE PARAR DE PENSAR". É como se eu tivesse parado de me preocupar... Só me martela uma coisa, o q eu vou fazer com esse vazio na minha cabeça? É estranho... e voltamos ao estranho... E interessante porque tanta coisa mudou, tanta coisa de fevereiro para cá dentro de mim mudou. O peito ainda doí, sabe? Fui decepcionada, magoada e é horrível a gente descobrir que quem faz isso, são aquelas pessoas a quem você mais dedicou seu tempo. É quase a utilização de um objeto: usa, abusa e joga fora, toda vez na hora em que você mais precisa...
Deprimente, né?
Mas sabe o que é bom??? Ensina a gente a mudar! A ser um pouco mais egoísta. Nós e essa droga de nossos instintos maternos, querendo proteger tudo e todos. Sacrificando sangue, amor e lágrimas pelo bem geral da nação e aí... Na hora de desmoronar... Não tem ninguém...
A sensação de estar caindo de um precipicío dura um tempão, não vou mentir! Mas a queda livre nos enche de medo e esperanças, a adrenalina... Não pode acabar agora... Vou mostrar para eles... Que não vai acabar agora... Já leram "Peter Pan e Wendy", de James Barry? Leiam... Me lembrei dele agora... "Gancho ou eu dessa vez"... É deprimente quando a Wendy descobre aos 2 anos de idade que teria que crescer e ver o Peter aquela beleza de energia parada desperdiçando sua vida em histórias e memórias que ele não reterá, porque só tem olhos para a sua perfeição... E aí, o livro nos ensina muita coisa, que não dá pra esquecer a juventude e apenas crescer... e muito menos ficar preso na juventude e não viver.
Altos e baixos... Constrastes... Diferenças... A Roda do Ano continua girando... Quando vamos perceber isso? E respeitar... É tempo de respeitar os próprios tempos... Aprender a esperar...
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